União de Freguesias Rio Mau e Arcos

Bem Vindo

Em consequência da Lei 11- A /2013 de 28 de janeiro, foi concretizada a reforma administrativa do território que no caso do Concelho de Vila do Conde, resultou na agregação de 16 freguesias, com o aparecimento de 7 novas freguesias, reorganizando-se o Concelho de Vila do Conde em 21 freguesias, constituídas com base nos princípios, critérios e parâmetros definidos na Lei nº22/2012, de 30 maio.

Neste contexto, e sem prejuízo da preservação da identidade cultural, histórica, incluindo a manutenção dos símbolos das anteriores freguesias, conforme redação do ponto 3 do artigo 9 da Lei nº22/2012, as antigas freguesias de Rio Mau e Arcos cessam juridicamente, constituindo a União de Freguesias de Rio Mau e Arcos, sendo a sede da União de Freguesias Rio Mau, de acordo com a Lei 11-A/2013 de 28 de janeiro.

São Cristóvão de Rio Mau foi vigararia do Convento de S. Simão da Junqueira, tendo pertencido ao concelho de Barcelos e, posteriormente, da Póvoa de Varzim, sendo integrado no ano de 1853 no concelho de Vila do Conde. Em Sobrado, localiza-se um pequeno cabeço onde abunda a tégula - telha romana. Não se conhece a estação com mais precisão. Banhada pelo Rio Este, cuja tradição diz que ter dado o nome à freguesia, apresenta um dos “mais notáveis edifícios do românico rural português” como se refere Jorge Rodrigues, à sua igreja, Monumento Nacional, datada do século XII, que seria rapidamente transformado num mosteiro, e integrado, mais tarde, no mosteiro de S. Simão da Junqueira, por bula papal de Martinho V. Os dízimos desta paróquia eram pertença de S. Simão da Junqueira, e as terras foreiras da Casa de Bragança, S. Simão e da Casa de Cavaleiros dos Ferreiras de Eça.

Arcos fez parte dos limites de Barcelos. Segundo a tradição, existiu, nesta freguesia, um castelo mourisco, no Monte com o mesmo nome, e no Monte da Reguenga, uma estrada coberta que ia ter ao Rio Ave. Ao nível arqueológico, é possível localizar a mamoa de Moldes e o Castro de Casais. Este último apresenta vestígios dos períodos castrejo e romano. Situada a Norte do Rio Ave, encostada ao Rio Este, pertence ao concelho de Vila do Conde desde 1836, apresentando como ex-libris a sua ponte românica, datada do século XII e considerada Imóvel de Interesse Público. Ainda a nível arquitetónico, destaque para a existência de várias casas de quinta, espalhadas pela freguesia.

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